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“Mas, se te casares, não pecas; e, se a virgem se casar, não peca.  Todavia os tais terão tribulações na carne, e eu queria poupar-vos” – I Coríntios 7:28.
É bom relembrar !
Bem que o texto acima deveria decididamente ser incorporado a toda cerimônia de casamento, e igualmente ministrado nos cursos de noivos, assim, possivelmente traria mais responsabilidade por parte dos pretendentes em relação ao importante passo a ser dado e não restaria a “desculpas” muitas vezes pífias de que o casamento se tornou em “tribulação”.
Ora, biblicamente casamento e tribulação andam de mãos dadas ! Sim isso mesmo.  Quem quiser se livrar desse tipo de tribulação, que não se case; e quem se casou, que busque forças no Senhor (como na mensagem de ontem) para suportar e se sair “aprovado(a).  Quando ocorre casamento, Deus não traz ambos os noivos pelos colarinhos e força-os unirem-se, todavia, Ele se faz presente como “testemunha” de uma “aliança”; (decisão da vontade), portanto de livre escolha por parte dos noivos – (Malaquias 2:14).  Assim, quando se comprometem a “amar” o outro – na alegria ou na tristeza – na riqueza ou na pobreza – na doença e na saúde, estão automaticamente assumindo um compromisso um com o outro e ambos com Deus de que ACEITAM o desafio de enfrentar tempos de bonança e tempos de tribulações juntos.  Um do ladinho do outro, mesmo que “o outro” seja o protagonista da momentânea tribulação.
É lamentável que muitos casamentos sejam destruídos por causa da dureza de coração, pois negligenciarem a Palavra e não se submeterem um ao outro – mesmo diante de tribulações – seja elas quais forem.
Deus tem seu trono firmado na justiça – Salmo 89:14 – e não deixou de “alertar” a todo moço e moça de que enfrentarão “tribulações” próprias de casados.  Essas tribulações podem até mesmo ser a traição por parte de um dos cônjuges.  Tampouco isso é motivo (diante de Deus) de divórcio e novo casamento.  A Bíblia permite separação, MAS que viva só ou que se reconcilie com o cônjuge.  I Coríntios 7:11.  Sei que alguns não concordarão com a “polêmica” questão da separação ou divórcio, mas segue alguns apontamentos para que meditem a respeito; e antes de quaisquer questionamentos a respeito lembremo-nos de que o Senhor ODEIA o divórcio (Malaquias 2:16) e portanto, não compete a nenhum cônjuge ou quem quer que seja (pastor, padre, pai, mãe, parentes, amigos, etc.) laborar por algo que Deus odeia.  Certamente isso gerará muita conta a ser prestada a Ele um dia, por parte de quem assim agir.
1) Deus não força ninguém a casar.  Isso é de livre escolha de cada um, todavia, o próprio Deus ALERTA de que tribulações virão e isso é certo.I Coríntios 7:28. 
2) Quando alguém busca EM DEUS, a confirmação SOBRE um moço ou uma moça para se casar, dificilmente tal casamento sofrerá baixa, pois, ambos se unirão para vencer as tribulações e buscarão em Deus força para tal, pois fatalmente sempre haverá diferenças entre eles.
3) Igualmente Deus não deixa de informar em Sua Palavra que o verdadeiro amor: É SOFREDOR, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.  Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; TUDO sofre, TUDO crê, TUDO espera, TUDO SUPORTA.  I Coríntios 13.
4) Se não bastasse os argumentos acima, ainda Deus chama-nos a atenção de que a tribulação é LEVE e MOMENTÂNEA, todavia o fruto que ela produz é um peso eterno de glória mui excelente.  2 Coríntios 4:17.  Portanto, Está pensando em se casar ?  Saiba que fatalmente enfrentará tribulações e as mesmas não servirão de “desculpas” para te separar !  Já se casou ?  Não pense em separar, mas assuma seu papel e lute, pois a tribulação é leve e momentânea produzindo eterno peso de glória !  Separou-se ?  OU permaneça só OU se reconcilie com seu cônjuge !  Shalom !

 

Então Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus mancebos escolhidos, respondeu e disse: Meu Senhor Moisés, proíbe-lho.  Moisés, porém, lhe disse: Tens tu ciúmes por mim?  Oxalá que do povo do Senhor todos fossem profetas, que o Senhor pusesse o seu espírito sobre eles!(Gn. 11:28-29)
I-INTRODUÇÃO
O assunto que estaremos abordando em nosso estudo é extremamente sério e complexo, pois envolve o psique humano onde ficam as nossas emoções que comandam nossa vida afetiva, o ciúmes é um desses sentimentos que vivenciamos em nossas relações afetivas que desenvolvemos ao longo da nossa vida, portanto precisamos conhecer esse sentimento que todos nós temos e sabermos até onde ele é normal e quando ele passa a ser prejudicial a nós e ao nosso relacionamento com o outro.
 II-DEFINIÇÃO 
O sentimento “doloroso” que nasce do desejo de posse da pessoa amada, da suspeita ou certeza da infidelidade ou da exigência de um amor inquieto…  Na raiz da palavra, implica vício, dependência, impossibilidade de parar que traz em si uma soma de outros sentimentos negativos como o medo de perder, a inveja, a desconfiança e o ressentimento.  Em alemão, ciúme está relacionado fogo, com o queimar e com doença.  Portanto, em sentido literal ciúme significa: “doença que arde”.  o Sócrates o definiu como “a dor da alma”.  o o ciumento aspira a uma fusão total.  Exige que o outro se comprometa cada vez mais e nunca está satisfeito com o que recebe.  Pelas definições acima podemos sintetizar o ciúme com um sentimento de perda e posse, são sentimentos que arde e devora a pessoa interiormente quando ela não consegue atingir seu alvo que é ter posse da pessoa amada e aplacar o sentimento de perda que sofre.
 II-COMO O CIUMENTO ENXERGA A REALIDADE 
Os ciumentos sempre olham para tudo com óculos de aumento, os quais engrandecem as coisas pequenas, agigantam os anões e fazem com que as suspeitas pareçam verdades.” (Cervantes Uma das características do ciumento é a sua capacidade de criar situações fora da realidade, ou seja, criar motivos inexistentes para fundamentar seus ciúmes, vê coisa a onde não existe, e quando voltam-se para a realidade enxergam as coisas com desconfianças e suspeitas, incredulidade, dúvidas profundas em relação a si mesma, acusações, chantagens emocionais, sintomas de doenças físicas, fantasias de vingança .
III- COMO IDENTIFICAR ESSE SENTIMENTO 
 Começa a estruturar a vida em função do ciúme.  o Se sente angustiada, inquieta, ansiosa por não conseguir controlar o outro.  o Não aceita que o seu parceiro (ou parceira) saia (e se divirta) sem a sua companhia, mesmo que seja para uma atividade que você odeie.  o Sente a necessidade de saber contentemente onde o outro está.  o Não respeita a intimidade do seu parceiro (ou parceira) revistando as suas coisas íntimas: gavetas, carteiras, roupas, telemóveis, entre outros.  o Cria situações para o “apanhar” em flagrante.  o Não confia em nada que o seu parceiro diz, nem nas outras pessoas que testemunham em seu favor.  o Dá por si a armar uma cena e ciúmes sem motivos.
  IV- ALTERAÇÕES PROVOCADA POR ESTE SENTIMENTO 
O stress emocional o stress físico o tensão no relacionamento o emoções descontroladas o constrangimento público o violência física o perda do parceiro o sentimento de culpa Todo esse quadro dramático é gerado na pessoa pelo simples fato dela não Ter o controle total de seu amado, é essa falta de controle absoluto sobre a outra pessoa que leva a essa situação, o sentimento de insegurança é muito grande no interior da pessoa para aplacar esse sentimento devastador a pessoa tenta de todas as forma manter o controle do outro, com o intuito de te – lo só para si, sem que ninguém possa chegar perto ou Ter qualquer tipo de relacionamento com o seu amado.  A tradução francesa do termo ciúmes exemplifica essa situação: “jalousie” significa ciúme.  Dela derivou o termo “gelosia” que por muito tempo se usou para denominar a janela.  Segundo o doutor em Letras Dionísio da Silva, “maridos ciumentos teriam trazido a persiana ou a veneziana para as casas para evitar que as mulheres pudessem ser vistas da rua, mas sem impedi-las de ver o que se passava lá fora”.
 V- DIFERENÇA DE CIÚMES ENTRE HOMENS E MULHERES
O ciúmes nos homens esta relacionado mais ao aspecto físico, pois esse se sente dono da sua parceira tendo em mente a posse da sua sexualidade.  o Ao passo que as mulheres são levadas a experimentar este sentimento quando criam um relacionamento afetivo de seu parceiro com outra mulher.  Em ambos os casos esta em jogo o sentimento de posse que criamos em relação ao outro, se ele (a) me pertence então será meu ou minha para resto da vida, quando isso não é alcançado então o ciumento tende a Ter comportamento agressivo colocando a vida do parceiro em risco e até matando o seu parceiro para que ninguém venha possui – lo.  Até aqui estudamos este sentimento levando em consideração o aspecto patológico desse sentimento, que leva as pessoas a praticarem coisas terríveis para assegurar a posse do seu parceiro.
  VI- QUANDO PODEMOS CONSIDERAR O CIÚMES ALGO NORMAL
 A psicóloga Mariza Figueiredo explica a normalidade do ciúmes da seguinte maneira : Em doses comedidas, o ciúme é considerado uma coisa normal.  ”O ciúme e o amor andam de mãos dadas.  Quando há um investimento afetivo e emocional na relação, uma entrega, é natural que a ameaça de perda do outro dê origem a esta emoção” Como podemos ver o ciúmes faz parte do relacionamento afetivo entre duas pessoas, ele serve como se fosse um termômetro na relação, pois quando amamos nos importamos com a pessoa amada, o que nos levará a reagir quando por exemplo um outro homem olha de maneira cobiçosa para a pessoa amada, o que ocorre com a mulher também.  Este tipo de ciúmes é considerado transitório, ou seja, não é duradouro, como é o caso do ciúmes patológico, e é caracterizado por surgir baseado em fatos reais e não fruto de um a imaginação perturbada, é um sentimento que nos coloca em sinal de alerta e prudência para defender nosso (a) amado (a) contra qualquer tipo de ameaça.  Este tipo de ciúmes dentro de sua normalidade possui aspectos positivos tais como:
 *leva a um exame sobre a saúde da relação
 *ensina a dar valor ao parceiro
 *pode ser visto como um sinal de amor
 *faz com que o parceiro se sinta mais desejado
 *pode renovar um relacionamento mais desgastado
 *faz com que o parceiro se sinta vivo
 *pode tornar a relação mais duradoura
CONCLUSÃO
Como podemos ver neste esboço sobre este tema tão complexo o ciúmes com características patológica, prejudica a relação e a pessoa que esta sofrendo deste distúrbio emocional levando a pessoa se não diagnosticada a tempo a quadros depressivos profundos as vezes levando até a loucura, como também a falta dele dentro de sua normalidade aponta um problema dentro da relação do casal, o que também pode Ter sua conseqüências, tais como o rompimento da relação ou a infidelidade dentro da relação, portanto precisamos estar conversando contentemente com nosso parceiro (a) os problemas que são gerados dentro da relação para que possamos Ter um relacionamento e equilibrado, pedindo sempre a graça e a misericórdia Divina sobre nosso relacionamento.


 


“Não porei coisa má diante dos meus olhos.  Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim” – Salmo 101-3.
Está mais do que comprovado o efeito que a programação da TV exerce sobre as pessoas, portanto, segue mais uma interessante informação que tem tudo a ver com a família, o cristianismo e a sociedade brasileira.  Novelas provocam queda em natalidade no Brasil, diz estudo: A queda na taxa de natalidade no Brasil está relacionada com a audiência das telenovelas, segundo sugere um estudo realizado no Centro de Pesquisas para Política Econômica da Grã-Bretanha (CEPR, na sigla em inglês).
Segundo o estudo, publicado neste mês, o tamanho pequeno das famílias representadas nas tramas das novelas brasileiras seria distante da realidade e influenciaria as mulheres a desejar poucos filhos.  Dados do Censo indicam que a taxa de natalidade caiu de 6,3 crianças por cada mulher em 1960 para 2,3 em 2000.  De acordo com a pesquisa, esse declínio se deve não apenas pelo hábito de assistir televisão, mas especificamente pela audiência das telenovelas produzidas pela Rede Globo.  ”Descobrimos que as mulheres que vivem em áreas cobertas pelo sinal da Globo apresentaram taxa de natalidade muito menor.  As novelas mexicanas e importadas transmitidas por outros canais não causaram impacto na natalidade”, diz o estudo, conduzido pelos pesquisadores Eliana La Ferrara, Alberto Chong e Suzanne Duryea.
Os pesquisadores analisaram o conteúdo de 115 novelas transmitidas pela Globo em dois horários diferentes entre 1965 e 1999 e descobriram que 72% das personagens femininas com idade até 50 anos não tinham filhos, comparados com 21% das personagens que eram mães.  Para alcançar os resultados, a equipe comparou os dados das novelas com o índice de natalidade do país e o alcance do sinal da emissora em diversas áreas.  O estudo indica que há uma relação entre o alcance do sinal da emissora e uma diminuição nas taxas de natalidade das mulheres que vivem nas áreas cobertas pelo canal.  Segundo a pesquisa, o impacto é maior em mulheres com nível sócio-econômico mais baixo e na fase central e mais adiantada do ciclo de fertilidade.  Nomes Além da análise do impacto no índice de natalidade, a pesquisa aponta ainda que as personagens femininas influenciam de maneira “surpreendente” as escolhas dos nomes dos filhos.  ”As mães que vivem em áreas cobertas pela Rede Globo são quatro vezes mais propensas a batizar seus filhos com o nome de um dos personagens das telenovelas”, diz a pesquisa.
Os pesquisadores compararam 15 nomes de estudantes do ensino fundamental recolhidos no Ministério da Educação em 2005.  A equipe comparou os padrões dos nomes mais comuns com os nomes dos personagens principais das telenovelas da Globo no ano em que as crianças nasceram – a maioria em 1994.  Depois da análise, os pesquisadores descobriram, entre os 20 nomes mais comuns de bebês nascidos em 1994, pelo menos um era também o nome de um personagem de alguma novela transmitida naquele ano.  ”Acreditamos que estes dados sobre o padrão dos nomes sugere uma relação forte entre o conteúdo da novela e o comportamento da audiência”, diz o estudo.
Para os pesquisadores, o impacto das telenovelas na população pode ter implicações importantes para os governos elaborarem suas políticas públicas em países em desenvolvimento, onde a taxa de analfabetismo é elevada.  ”Nosso trabalho sugere que os programas direcionados para a população local têm potencial para atingir um número enorme de pessoas a um custo muito baixo”, diz a pesquisa.  Para os pesquisadores, questões como a educação infantil, a Aids e os direitos das minorias podem ser levantadas em programas de televisão para alertar a população.
Por: Vilson Ferro


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